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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Diário Espiritual - Ao Deus Desconhecido

12de Julho de 2011
Texto: Atos 17:22-33

Essa passagem conta o momento em que Paulo pregava ao atenienses,relata a religiosidade desse povo que tinha altar no qual estava escrito: Ao Deus Desconhecido. Paulo aproveita esse momomento para pregar para eles.

Ao ler esse texto lembrei da oração que dizem ser de um grande filósofo alemão, "ateu",(Não vamos nos ater a isso, apenas lembrei) cujo título é Oração ao Deus Desconhecido. Comecei então a pensar e a entender que em todo ser humano existe um espaço para esse Deus invisível, mas que em tudo se revela. Como pode o mundo não conhecê-lo se a própria criação testemunha sobre esse Deus que não habita em templo feitos por mãos, mas que escolheu o coração do homem para ser sua morada? 
Fico triste ao pensar como muitos de nós que dizemos ser Cristãos não temos (re)conhecido esse Deus que se deixa conhecer, temos o encaixotado e o limitado, quando a sua grandeza não cabe em obras de mãos humanas, pois é por esse Deus invisível, mas real, que vivemos, nos movemos e existimos.

"Eu quero Te conhecer, ó Deus!
Tu que me penetras a alma
E qual turbilhão invades minha vida.
Tu, o Incompreensível, teu semelhante sou.
Quero Te conhecer e a Ti servir." 
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Diz-se que Nietzsche escreveu a Oração ao Deus Desconhecido no final da sua vida, depois de tanto procurar a verdade, Nietzsche morreu louco... Quanto tempo vc ainda vai esperar pra conhecer seu criador?

Diário Espiritual - Na casa do Oleiro

11 de Julho de 2011
Texto: Jeremias 18

Hoje estive na casa do oleiro, na verdade tenho estado, como é tremendo! Mas entendi que nã obasta apenas ir a casa do oleiro, é preciso ouvir suas palavras, é preciso estar em suas mãos e se deixar ser moldado. O oleiro ao trabalhar o vaso faz pressão com suas mãos dentro e fora do vaso, talvez essa seja a sensação que muitas vezes sentimos como vasos sendo moldados, mas mesmo que doa, vale a pena.

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Estou aqui mais uma vez pra pedir
Renova-me, Senhor
Não preciso mentir
Diante de Ti tudo em mim se revela
Vejo o Teu olhar me iluminar
Afastando toda treva
Sinto o Teu soprar me refrigerar
E me dar outra vez, mais uma vez
Um novo fôlego de vida
Preciso de Ti, dependo de Ti
Só Tua graça Senhor, me sustenta
É melhor que a vida
Me rendo a Ti, trabalha em mim
Como o oleiro que não desiste do barro
Até ver o vaso terminado